Senior Design & Product Lead · São Paulo
Recuperar a confiança em um produto adquirido. Um NPS negativo virou diagnóstico, Design Sprint, SLOs acompanhados semanalmente com a diretoria e o melhor NPS histórico do produto.

Boa parte dos clientes que contratavam o add-on de WhatsApp não chegava a usar o produto de verdade. Duas rodadas de pesquisa e um roadmap de ações reverteram a queda de adoção.

Sou Senior Design & Product Lead na RD Station, unidade de negócios da TOTVS. Na área de Conversational, lidero dois produtos que cuidam da infraestrutura de mensageria e da monetização e cobrança das mensagens enviadas. Como liderança de Design, fui me aproximando cada vez mais em aprender sobre negócio, dados e receita. Hoje lidero não apenas Product Designers, mas também Product Managers. Ao longo da carreira, já liderei 14 pessoas, em todos os níveis: de estagiária a sênior.
Gosto de contextos que ainda estão sendo construídos: tenho facilidade para mudar de cenário, aprender rápido e transformar oportunidades em produtos. Na minha carreira, fui me movimentando internamente buscando desafios que me colocassem em novos contextos. Trabalho próximo da liderança executiva, traduzindo problemas para diferentes públicos. Aquela coisa de pegar uma bola quadrada e deixar ela redonda.
Sou goiano, formado em Comunicação Social pela Universidade de Brasília (UnB). Talvez venha daí uma das coisas que mais gosto no meu trabalho: aprender com as pessoas e contar boas histórias. Em 2022, publiquei Fabulosas — Histórias de um Brasil LGBTQIAP+ pela Editora Paralela (Companhia das Letras), um livro de não ficção construído a partir de entrevistas e pesquisa histórica, traduzindo o tema em uma linguagem de almanaque. O livro foi indicado ao Prêmio Jabuti de 2023 e premiado com o troféu Poc Awards 2022.
Além de subir o NPS, precisávamos retomar a confiança dos clientes.
O RD Conversas é o pilar de atendimento que compõe a tríade de produtos da RD Station junto de marketing e vendas. Adquirido pela RD em 2022, ele é uma plataforma omnichannel com foco em PME com estratégia B2B, apoiando seus clientes a automatizar sua operação de WhatsApp, Telegram, Instagram, Chat e E-mail, tudo no mesmo lugar.
A RD Station existe desde 2011 e foi adquirida pela TOTVS em 2021. Ela tem o propósito não apenas de entregar as ferramentas que compõem seus produtos, mas de educar os clientes brasileiros e de alguns países da América Latina sobre o mercado em que está inserida.
A Tallos era uma empresa focada em automação de atendimento que foi adquirida pela RD Station em 2022. Sob o novo nome de RD Conversas, precisávamos incorporá-lo no portfólio da empresa. Dos desafios apresentados logo de cara, esbarramos em códigos carregados e uma interface que precisaria ser consistente com os outros produtos.
Depois de um ano que o produto já estava sendo vendido pela RD, começamos a mapear as reclamações que os clientes faziam e como poderíamos resolvê-las.
O NPS foi a primeira meta que começamos a observar para entender nossa relação com os clientes. A medição dessa métrica foi implementada em H1 de 2024, pouco antes da minha chegada no produto como primeira coordenação de Design no RD Conversas.
Os números não estavam a nosso favor. Tínhamos um NPS negativo que se tornou o nosso grande desafio em torná-lo positivo. A relação com os clientes estava atritada. Como exemplo, chegamos a ter uma reunião com um cliente que entrou para nos comunicar que estava em etapa de cancelamento e que não gostaria de falar com a gente por não acreditar mais no produto.
Além de subir o NPS, precisávamos retomar a confiança dos clientes.
O produto Chat, quase que em sua totalidade no uso do canal de WhatsApp, é onde boa parte dos nossos clientes, principalmente os operadores de suporte, passam quase a jornada diária inteira de trabalho. São sessões de uso que chegam de 3h a 4h sequenciais. E nesse momento eles utilizavam um produto instável, com tempo de envio de mensagem no WhatsApp beirando a 43 segundos, uma proposta comercial descasada com o que era adquirido e a falta de recursos básicos como emojis na conversa e a opção de referenciar mensagens.
Muitas funcionalidades sobre uma base que quebrava a cada ajuste. Era esse o produto que precisávamos incorporar.
Minha primeira missão no RD Conversas foi justamente entender por que a percepção dos clientes estava tão ruim e transformar esse diagnóstico em uma direção clara para o produto.
Mapeamos as respostas dos clientes e encontramos um padrão: as principais dores estavam relacionadas a lentidão, travamentos, indisponibilidade, erros e problemas no carregamento e recebimento de mensagens. Claro que existiam reclamações de produto, mas não era o que ficava na base da pirâmide que usamos para medir nossos atributos de qualidade de Design da RD.
O cliente tinha uma experiência bem ruim. Relatava questões como "Estamos buscando outra plataforma, pois estamos pagando caro e só tendo desgaste" ou "Plataforma cai com frequência ou deixa de ser funcional".
Liderei esse diagnóstico dividindo a pesquisa com uma Product Designer sênior do meu time. Olhamos todos os comentários de NPS, dados de churn, conversas com CS e criamos uma documentação que nos apoiou para criação do roadmap de H2, definição de SLOs para acompanharmos e que circulou entre nossa diretoria.
Da reclamação do cliente ao problema mensurável: jornada da pessoa atendente, dores mapeadas e o SLO definido para cada etapa.
Com o diagnóstico em mãos, chegou o momento de achar uma direção junto da tríade de Design, Produto e Engenharia. Minha missão era não só trazer as áreas, mas conduzir a dinâmica e guiar meu time de Design nesse momento.
A solução que propus e seguimos foi de executar uma Design Sprint. A ideia era ganhar velocidade para agirmos. Como equipe fixa da DS, tive o suporte de 6 pessoas: uma Product Designer, um Principal Designer, uma PM, dois analistas de CS e um Tech Leader. Inclusive, trazer CS para a conversa foi algo que bati o pé, já que, naquele momento, essa era a área que mais entendia dos nossos clientes.
Em 5 dias passamos por todas as etapas da DS:
Escolhemos o Chat como foco da sprint baseando em dados: ele representa mais de 90% do acesso diário dos nossos clientes.
Analisamos a concorrência com Produto, Design e Engenharia na mesma mesa. A conclusão foi direta: antes de querer inovação, os clientes queriam a estabilidade do produto.
Para dar velocidade à solução, liderei 7 designers, parte deles sem autoridade formal e que eram de fora do meu time direto.
Dividi o time entre presente e futuro. Um grupo resolvia o Chat com os componentes atuais, outro desenhava a visão alinhada ao design system que já unificava os outros produtos da RD. Resolveríamos a dor imediata sem abrir mão da direção de longo prazo.
Voltamos aos clientes para validar a solução e fechamos a sprint com algo curioso nesse formato: SLOs definidos em conjunto com Engenharia e Produto, direto amarrados às dores priorizadas no primeiro dia.
Desenho de solução, 5 dias de Sprint e validação com clientes.
Após a DS, algumas decisões ficaram mais claras. Com duas propostas de solução na mesa, uma olhando para o presente e outra para o futuro, ficava claro que o problema ainda era anterior e que a primeira coisa a ser atacada seria estabilidade do produto.
A decisão foi concentrar o esforço em carregamento, estabilidade, erros e atualização das conversas antes de avançar na evolução funcional do produto.
A solução visual ficou arquivada por 6 meses até conseguirmos colocá-la em prática.
Acompanhamento e liderança
Durante aproximadamente um ano, concentramos esforços em performance e confiabilidade.
Mais importante do que o indicador isoladamente foi observar uma mudança na natureza dos feedbacks. As reclamações recorrentes sobre instabilidade e funcionamento deixaram de aparecer com a mesma frequência, enquanto os clientes passaram a pedir mais evoluções de produto.
O desafio deixou de ser recuperar a confiança no produto e passou a ser evoluí-lo. Com um corte temporal de um ano entre o começo do mapeamento de NPS e as ações que executamos, conseguimos finalmente começar a atualizar a tela do chat.
Dividimos a entrega em 4 partes, cada uma resolvendo dores específicas. Começamos pela listagem de contatos, que tinha problema de entendimento de tags, carregamento e filtros. Depois mexemos no Header da tela e ficou em backlog a caixa de texto e, por último, a parte onde o conteúdo aparece.
Mudança na lista de contatos: melhoria no carregamento, uso dos elementos do Design System da RD para criar consistência, maior destaque para a busca, melhor aproveitamento de espaço para filtros.
Depois, como acompanhamento contínuo, expandimos o problema para os produtos do RD Conversas. Criei uma planilha com um novo mapeamento de bugs e oportunidades dentro do produto. O foco era em componentes e interface do produto.
Liderei essa frente, colocando meu time para realizar o mapeamento. Também colocamos na planilha a urgência e impacto na experiência. A ideia era que esses dois pontos apoiassem na priorização. Na planilha também acompanhamos o status de correção.
Os 48% foram resolvidos por meio de redesigns, correções pontuais e novas funcionalidades.
Um desafio foi conseguir espaço em roadmap. Por vezes não conseguimos que o time incluísse as correções para serem feitas. Contornamos isso incluindo as melhorias no meio das entregas acordadas para o semestre.
A nível pessoal, o trabalho de articulação com a alta liderança teve um grande peso para a promoção que recebi para o cargo de Lead Sênior.
Critério de priorização: urgência e impacto na experiência definiam a ordem de ataque, e o status de correção mantinha o acompanhamento vivo ao longo do ano.
Com o backlog de problemas estruturado, conseguimos também influenciar iniciativas fora do escopo direto do time.
Recebemos um apoio do time de Growth. Por 3 meses eles nos ajudariam a resolver itens da planilha. Inicialmente foram pegando correções dentro do chat. O momento acabou não sendo o melhor, pois havia entregas estruturantes que estavam acontecendo naquele time. Tive um papel importante nesse momento: com base no mapeamento de problemas, uma página que valia a pena mexermos era a Home.
Por funcionar em uma parte separada dos times, eles conseguiriam mexer de forma independente. Existia um desenho de Home que já estava sendo utilizada nos outros produtos, Marketing e CRM. Busquei a designer responsável por essa tela e costurei essas áreas todas envolvidas. O resultado foi resolvermos dores específicas da Home e trazer a consistência junto aos outros produtos da RD.
A Home passou a seguir o desenho já usado em Marketing e CRM, resolvendo dores específicas da tela e aproximando o RD Conversas dos outros produtos da RD.
Acompanhamos a mudança via mixpanel. De aprendizado, entendemos que ela ainda é apenas uma tela de passagem: o cliente chega nela e vai para outra tela. Aproximadamente 62% das pessoas vão direto para o Chat, 14% para contato e o restante para outras áreas.
Como possuímos a persona do admin, do gestor e do operador, a evolução futura seria trazer mais ação para essa tela, podendo ser um dashboard para o gestor e admin e ações relacionadas ao chat para o operador.
Entrei em um produto em que o problema mais evidente era um NPS ruim, mas rapidamente entendi que o indicador era apenas o ponto de partida para um problema de confiança no produto. O trabalho mais importante foi transformar as reclamações em problemas concretos, alinhar diferentes áreas sobre o que deveria ser priorizado e acompanhar quando a natureza da dor mudou. Aprendi que liderar Design em um produto complexo não é apenas melhorar a interface: é ajudar a organização a decidir qual problema precisa ser resolvido agora.
Com o mapeamento apontando que a maior parte dos problemas estava no Chat, decidimos encarar um projeto grande, batizado de Novo Chat: a síntese de tudo que tínhamos levantado até ali. Não foi como imaginamos e tivemos que recalcular rota, e é daí que vêm os três pontos abaixo.
Um erro do projeto do Chat foi tentar mudar muita coisa de uma vez. A versão que desenhamos como visão do futuro tentou ser aplicada por completo. Fizemos inúmeros esforços para resolver todos os problemas de uma vez, quase jogando todo o código fora para recomeçar do zero. Enquanto liderança de Design, tendo conhecimento sobre a função de um MVP, teria me posicionado mais firme para seguirmos do menor para o maior.
Sabemos que prazo ou investimento sempre é o maior custo do projeto. Depois do mapeamento, a direção trouxe uma data de quando as evoluções do chat deveriam estar no ar. Enquanto time, não conseguimos provar a tempo o quanto não caberia a ideia no prazo estabelecido.
Já em determinado ponto do processo, vendo que não alcançaríamos o prazo, fomos olhar ferramentas terceiras para contratarmos. Gastamos um tempo bom nessa função. Hoje em dia usaria IA para conseguir testar as ferramentas mais rapidamente e fazer comparações e colocaria essa opção no início do processo.
Descobrir que os motivos por trás da baixa adoção não eram sempre os mesmos foi o que abriu caminho pra reverter a queda.
A RD Station chegou no mercado brasileiro com foco em campanhas de inbound marketing. E-mail foi o primeiro canal utilizado pela empresa e ajudou a fundar o produto. Ele ainda é relevante até hoje, mas, com o objetivo de expandir o portfólio, a RD lançou em setembro de 2022 seu primeiro produto com o canal WhatsApp.
Nesse primeiro momento, as mensagens eram disparadas como campanhas de marketing, sem retorno conversacional. Como via única, o cliente disparava a mensagem, mas o contato/Lead não conseguia responder de volta. O modelo de negócio foi o de add-on para a funcionalidade, com pagamento mensal.
Criar um template era simples. O difícil vinha depois: entender o que fazer com ele.
Depois de alguns meses do lançamento, entendemos que o produto tinha aderência no mercado, já que os clientes estavam comprando, mas que, junto disso, existia um grande problema de adoção: 30% dos que contratavam não o utilizavam.
Acompanhando a métrica de adoção, entendemos que precisávamos tomar ações de produto para reverter o caso. Como critério acordado com a diretoria nos Goals daquele período, era necessário que o cliente enviasse 10% da cota de mensagem contratada em pelo menos 1 mês (LT1) para entendermos que os clientes que recém adquiriam o add-on de fato o utilizavam.
Diante disso, precisávamos entender uma coisa:
Como Design Lead do time, liderei essa investigação junto ao PD e ao PM do produto.
Entendendo os dados: Nosso material primário foram os dados de Mixpanel. Era lá que conseguíamos observar o tempo que existia para que a ação de envio de mensagem ou criação de template acontecesse. Também fizemos análise de cohort por safra para descobrir se o problema só aparecia em LT1. Spoiler: não. Alguns clientes também não adotavam em LT2 e LT3.
1ª pesquisa com clientes: Com uma base ainda pequena, conseguimos conversar apenas com 4 clientes. Eram pessoas que já haviam passado pelo fluxo de criação e aprovação de template pela Meta. Esse é um momento-chave da jornada: se é reprovado gera insegurança, se é aprovado o cliente não necessariamente sabe o que fazer depois. O objetivo dessa rodada era entender se o problema era usabilidade ou dificuldade de usar o canal WhatsApp na estratégia. Pelo volume de pessoas entrevistadas, não entendemos a pesquisa como algo de relevância estatística. Era, na verdade, um começo de conversa.
2ª rodada de pesquisa: Dessa vez falamos com 9 clientes e conseguimos trazer um resultado mais rico. Para aprofundarmos ainda mais, eu trouxe a UX Researcher que tínhamos no chapter de Design para rodar a pesquisa. Assim, eu conseguia dividir esforços entre as ações que estávamos planejando no time com o PD que eu liderava e alguém externo trazendo um outro olhar.
Mixpanel, research canva, dinâmicas com o time e mapa de calor: as ferramentas por trás da nossa descoberta.
Cliente entende o canal como mais pessoal e invasivo que o e-mail, o que traz insegurança em entender a frequência de disparo.
Parte dos clientes contratava esperando uma ferramenta conversacional, não de campanha. Esse perfil indicava risco de churn.
O template era criado em uma área do produto e o disparo em outra, direto em um fluxo de automação. Clientes relataram não saber o que fazer após ter o template aprovado.
Sem dados para análise com comparação ao canal e-mail, o cliente não sabia se a estratégia estava funcionando, e isso atrasava a adoção.
A versão inicial suportava no máximo o uso de emojis na mensagem. Clientes queriam formatos de templates com envio de mídias.
"Ficamos com receio de poluir esse canal por ser algo muito pessoal e prejudicar nossa relação com os clientes, por isso não enviamos tantas mensagens."
Cliente entrevistado · pesquisa de aprofundamentoA partir das rodadas de entrevistas, trouxemos recomendações que iam desde avisos no produto à priorização de evoluções no roadmap. As ações foram planejadas com o mesmo time das pesquisas e aplicadas durante os meses para deixar que os experimentos rodassem. Em destaque, 3 delas:
Revisamos a landing page de contratação e deixamos mais clara a proposta do canal não conversacional. O foco era em novas levas de clientes. O experimento contou com o apoio do time de Growth.
Resultado: 2 pontos percentuais a mais em novas vendas. Ou seja, 56 clientes a mais durante o período do experimento.
Reforçamos o uso do produto em locais estratégicos: na tela de automação, no menu do site com badge de novidade e na Home do produto. Usamos o Intercom para fazer isso no formato no-code.
Para facilitar o disparo das mensagens, foi criada a aba de campanhas no Menu. Assim, o cliente não precisava trocar de tela para utilizar o produto.
A tendência de queda foi revertida entre maio e novembro de 2023. Dois números resumem o resultado direto das ações:
O que aprendemos no caminho
Venda descasada é um problema gigante
Trazer o cliente pra dentro pode funcionar caso você prometa tudo que o seu cliente estiver pedindo. Mas um cliente que não adota o produto dificilmente permanecerá por muito tempo.
Repetir pesquisa periodicamente
O intervalo entre uma pesquisa e outra foi de 6 meses. O período foi o suficiente para testarmos ações, subir a adoção e baixá-la novamente. Escutar os clientes mais uma vez nos trouxe um fôlego para entender de forma mais objetiva o que precisávamos mudar no produto, como trazer mais dados para que ele comparasse WhatsApp com e-mail.
Pivotar o produto, mesmo que a ideia inicial fosse outra
Inicialmente, imaginamos um disparo pelos fluxos de automação do produto. Essa estratégia fazia a mensagem ser disparada a partir de gatilhos que o cliente automatizava, como o cliente converter em determinada campanha anterior. Entender que a necessidade era outra fez o produto se posicionar melhor como um produto de marketing, e não conversacional.
Segmentar públicos para testar mais ações
Enquanto deixávamos uma ação de avisos no produto rodando com uma base de clientes por cerca de 15 dias, também deixávamos outra ação — como o aviso de que o produto estava ativo — rodando em outra base.
Entender as necessidades do público
Negligenciamos muito a curva de aprendizado. Como a RD se posiciona como educadora de marketing no Brasil, faltou treinar melhor essa estratégia com o cliente. Ações como cursos na aba de Educação do produto ajudaram muito o cliente a estudar.